Flávio Bolsonaro (PL) não fez qualquer declaração de apoio ao senador Wellington Fagundes (PL), diz governador Pivetta

Flávio Bolsonaro (PL) não fez qualquer declaração de apoio ao senador Wellington Fagundes (PL), diz governador Pivetta

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) declarou, nesta quinta-feira (23), que não recebeu do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), qualquer manifestação de apoio ao senador Wellington Fagundes (PL) na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Candidato à reeleição, Pivetta afirmou que teve uma conversa com Flávio durante a Norte Show, realizada na quarta-feira (22) em Sinop, a cerca de 500 km de Cuiabá, evento que reuniu lideranças da direita mato-grossense.

De acordo com o governador, Flávio afirmou que pretende considerar apoios de diferentes segmentos políticos no estado, sem restringir alianças. “Conversei com ele e foi cordial. Disse que, nesta eleição em Mato Grosso, vai respeitar a decisão do povo e que receberá apoio de todos os mato-grossenses que quiserem votar nele — e eu sou um deles. Não ouvi nenhuma declaração de que vai apoiar o Wellington”, disse.

Em entrevista à imprensa, Flávio Bolsonaro afirmou que buscará votos para os candidatos de sua sigla no estado: Wellington Fagundes ao Governo e o deputado José Medeiros ao Senado. Ainda assim, ressaltou que, na disputa contra a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não pretende descartar alianças políticas.

“Obviamente, na candidatura à Presidência da República, não podemos escolher apenas alguns candidatos. Os nossos oficiais são esses. É claro que vamos pedir votos para eles, mas todos os apoios são bem-vindos”, declarou.

“Saudades de Bolsonaro”

Durante a Norte Show, Pivetta também criticou a administração do presidente Lula e disse sentir “saudades” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao ser questionado sobre o sentimento, o governador citou o equilíbrio fiscal do governo anterior e fez críticas a mudanças na área da educação. “Tivemos equilíbrio, apesar da pandemia, nos gastos públicos e no repasse de recursos aos estados. Houve austeridade e, na minha opinião, um novo conceito de administrar o Brasil, com respeito e sem permitir promiscuidade nas escolas”, afirmou.

Pivetta completou dizendo que “movimentos” defendem extinguir a possibilidade de manter e ampliar as escolas cívico-militares. “São muitas as diferenças. Vivemos um novo momento político no país, proporcionado pela coragem dele”, concluiu.

Redação JA / Foto: JA

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