O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, chegou nesta quarta-feira (22) ao aeroporto João Figueiredo, em Sinop. O município marca o início da agenda do parlamentar em Mato Grosso, sendo a primeira cidade do estado a receber o político na programação.
Ao desembarcar, Flávio destacou o peso econômico da região para o agronegócio. “Sinop é sinônimo de pujança do agro brasileiro, um patrimônio que vamos defender”, afirmou.
Na chegada, ele foi recebido pelo governador Otaviano Pivetta, pelos senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes, além do ex-governador Mauro Mendes e do deputado José Medeiros.
Após a recepção, o senador seguiu para o parque de exposições da Acrinorte, onde participa da 7ª Norte Show, uma das principais feiras do agronegócio do Centro-Oeste. No local, Flávio tem encontros com lideranças do setor, produtores e expositores.
Durante a visita, ele defendeu a retomada das linhas de crédito do Plano Safra com juros menores e comentou temas relacionados à produção agropecuária, incluindo pautas sobre demarcações de terras.
Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criou uma estrutura “burocrática e emperrada”, com número elevado de ministérios.
PROSTAS CONFUSAS DE CAMPANHA QUE NÃO DEU CERTO NO GOVERNO DO PAI “BOLSONARO” QUE HOJE SE ENCONTRA PRESO :
Flávio defendeu uma gestão com maior controle fiscal e redução de despesas públicas. Lula tem sido alvo constante de críticos que argumentam que o crescimento dos gastos pressiona as contas públicas, eleva o risco fiscal e pode impactar diretamente juros e inflação.
“No nosso governo, no exemplo do que fez o presidente Jair Bolsonaro, as despesas têm que caber dentro das receitas, como é nas nossas casas. Eu não posso fazer uma dívida maior do que aquilo que eu recebo”, afirmou Flávio.
Segundo ele, o equilíbrio fiscal passa pela diminuição da máquina pública e pelo uso de tecnologia para evitar desperdícios.
Como proposta, Flávio Bolsonaro defendeu a redução do número de pastas e a ampliação do uso de tecnologia e inteligência artificial para monitorar gastos e combater gargalos na administração pública.
“A gente arrumando a questão fiscal, reduzindo a quantidade de ministérios e investindo em tecnologia, consegue evitar desperdício de dinheiro público”, afirmou.
A agenda em Sinop deve ser concluída ainda nesta tarde, com retorno previsto para Brasília.
Redação JA / Foto: reprodução
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