A Operação Gravata, deflagrada recentemente, resultou na prisão de três advogados e um policial militar suspeitos de participarem de uma organização criminosa. A advogada Jéssica Daiane Maróstica também teve sua prisão determinada.
Durante as audiências de custódia, as advogadas Hingritty Borges Mingotti e Tallis de Lara Evangelista tiveram suas prisões mantidas em Cuiabá. Já o advogado Roberto Luís de Oliveira e o soldado Leonardo Qualio tiveram suas prisões mantidas após audiência em Sinop.
O juiz plantonista Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, apenas verificou a legalidade do ato, uma vez que as prisões foram decretadas por outro juízo. Por sua vez, o juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara da Comarca de Sinop, expediu os mandados e manteve a prisão de Roberto e Leonardo, além de converter em prisão domiciliar a prisão de Jéssica, com a imposição de medidas cautelares.
A investigação da Polícia Civil resultou na prisão preventiva dos suspeitos, que são acusados de integrar uma organização criminosa. Ao todo, foram cumpridas oito ordens de prisão preventiva e oito de busca e apreensão em diferentes localidades, incluindo Sinop, Cuiabá, Várzea Grande e Itanhangá. Três dos alvos já estavam presos por outros crimes e são considerados líderes da facção criminosa.
O objetivo da operação é desarticular a organização criminosa, que contava com a participação de advogados e de um policial militar para intermediar a comunicação entre os líderes da facção e os demais membros, além de envolver-se em diversos crimes.
Redação JA / Foto: reprodução
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