Entre os produtos descartados estão roupas, agasalhos, cobertores, toalhas, produtos de higiene e outros. Muitos deles ainda estariam em condições de uso.

A diretoria da unidade confirmou ao GT que houve o descarte, alegou que ocorreu por equívoco, que inclusive foi lavrado Boletim de Ocorrência e identificado o servidor que autorizou a saída dos produtos da unidade até o container do lado de fora e que, portanto, estão sendo tomadas todas as devidas providências para responsabilizar os envolvidos.
Presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, salienta o importante compromisso do GT do Sistema Prisional, criado no âmbito da Ordem dos Advogados, de averiguar o setor, para buscar assegurar direitos e a dignidade humana, acreditando que são elementos fundamentais à ressocialização. “Responder nos rigores da lei, porém dentro das normas instituídas”.
Participaram da fiscalização do GT o presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP), Pedro Neto; Rodrigo Marinho, que é conselheiro estadual e presidente da Associação Nacional da Advocacia Criminal (ANACRIM); o presidente da Comissão de Direito Penal e Processo Penal, Matheus Bazzi; e o presidente da Comissão de Direito Penitenciário, Sistema Prisional e Execução Penal, Matheus César.
Redação JA com informações da Assessoria de Imprensa OAB-MT
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