Existe um tipo de mulher que não precisa fazer barulho para provar quem é.
Ela simplesmente levanta e faz.
Ela acorda cedo, organiza o caos, enfrenta o mundo e, mesmo cansada, continua. Não
porque é fácil. Não porque não dói. Mas porque decidiu que a própria vida não será
pequena.
É a mulher que faz o próprio corre.
Ela não espera validação para começar. Não espera aplausos para continuar. Não espera
resgate para sobreviver. Ela constrói, com as próprias mãos, os caminhos que deseja
trilhar.
Trabalha dentro das suas possibilidades e muitas vezes além delas. Aprende o que não
sabia. Recomeça quando ninguém vê. Chora quando precisa. Ora quando não aguenta
mais. E segue.
Não é sobre ser forte o tempo todo.
É sobre não se abandonar.
Essa mulher se valoriza acima de tudo. Não negocia sua dignidade. Não aceita migalhas
emocionais. Não se submete a relações que diminuem sua luz. Não permanece onde
precisa se encolher para caber.
Ela entendeu que amor não é sacrifício unilateral.
Que parceria não é submissão.
Que respeito não é favor.
Ela não se sujeita a situações que não correspondem a quem ela é.
Se algo fere sua essência, ela se afasta.
Se algo ameaça sua paz, ela escolhe a própria serenidade.
Se alguém não reconhece seu valor, ela não implora reconhecimento.
Porque quem conhece o próprio valor não aceita desconto emocional.
Aprendeu que maturidade é escolher a paz.
Que amor próprio é disciplina emocional.
Que independência é construção diária.
Que sucesso é coerência entre quem se é e o que se aceita.
A mulher que faz o próprio corre não compete com outras mulheres. Ela inspira. Ela
apoia. Ela constrói redes. Ela sabe que união não diminui ninguém fortalece todas.
Ser essa mulher não significa nunca cair.
Significa sempre levantar.
E quando essa força se encontra com a fé, os limites deixam de ser barreiras e se tornam
degraus.
Essa é a mulher que faz o próprio corre.
E quando ela aprende a se escolher todos os dias ninguém mais pode desvalorizá-la.
Mariana Vargas Sifuentes é advogada em Cuiabá (OAB/MT), atuante na defesa
dos direitos das mulheres, da infância e do acesso à saúde.
É Secretária Adjunta da Comissão de Direito da Saúde e membra da Comissão da Mulher Advogada e da
Comissão da Infância e Juventude da OAB.
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