Os servidores públicos de Mato Grosso ligados ao Sintep-MT (Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso), Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso (Feesp-MT) e lideranças sindicais anunciam Ato Unificado no próximo dia 25 de maio, às 14 horas, na Praça do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A decisão foi acertada nesta terça-feira (05/05), em reunião com mais de 20 sindicalistas de várias categorias do estado, na Feesp-MT. O objetivo é mobilizar os servidores para cobrar do atual governo do estado demandas dos servidores, entre as quais o débito de 18,38% da Revisão Geral Anual (RGA).
Os dirigentes sindicais querem agenda com o atual governador, Otaviano Pivetta, para firmarem um compromisso com o pagamento do percentual em atraso da RGA, na perspectiva de valorização dos servidores. As categorias do Executivo, Legislativo e Judiciário foram penalizadas com o achatamento salarial ao longo de toda a gestão Mauro Mendes.
Além da perda do poder de compra, que acumula prejuízos para a sobrevivência, o débito empurra a defasagem também para a aposentadoria. O prejuízo amplia os danos provocados com o confisco previdenciário de 14% dos salários, desde 2020. A situação dos servidores atualmente tem ampliado o quadro de adoecimento, que levou ao endividamento e a perdas ainda maiores após a descoberta da fraude dos empréstimos consignados, na gestão Mauro Mendes.
Para a presidente em exercício do Sintep-MT, María Celma Oliveirah, as pautas apresentadas são de conhecimento do governo, pois foram temas recorrentes durante todo a gestão Mauro Mendes. “Queremos estabelecer o diálogo com o atual governador para o reconhecimento desse passivo da RGA acumulado, diante da política de valorização imposta aos servidores públicos”.
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Foi consenso durante a reunião com a Federação e demais sindicatos que o atual governador pode apresentar uma proposta de cumprimento desse passivo. “O governo estadual esteve, ao longo dos sete anos de gestão, fazendo compromissos financeiros que outros governos vão assumir; então, a negociação do pagamento pode ser um compromisso a ser assumido para o próximo ano. Buscamos sentar e dialogar sobre as pautas dos servidores públicos”, afirmou María Celma.
Por: Roseli Riechelmann
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