Na tarde de terça-feira (6), uma ação da Força Tática da Polícia Militar revelou uma situação alarmante no bairro Jardim Paiaguás, em Rondonópolis, durante a Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas – Final de Ano.
A operação desnudou um abatedouro clandestino relacionado a roubo de gado, falsificação de alimentos e posse irregular de armas, evidenciando uma estrutura criminosa organizada. Uma questão perturbadora surgiu:

Quantas famílias podem ter ingerido essa carne sem saber de sua procedência?
A investigação teve início após denúncias sobre um roubo na zona rural do distrito de Boa Vista e queixas de moradores sobre o desaparecimento frequente de bovinos abatidos durante a madrugada.
Com o apoio da Agência de Inteligência Local (ALI), a Força Tática identificou suspeitos conhecidos pela polícia, incluindo um que já havia sido detido por furto de gado em 2025, quando mais de dez bovinos foram levados de Fátima de São Lourenço.
Ao chegarem ao local em Jardim Paiaguás, os policiais observaram uma camionete S10 branca saindo rapidamente, o que aumentou ainda mais as suspeitas.
Dentro do imóvel, os agentes se depararam com um cenário chocante, mesmo para os mais experientes:
- Carcaças de animais penduradas
- Uma câmara fria improvisada em funcionamento
- Restos de bovinos empilhados, com sinais de queima
- Carne armazenada no chão e em sacos plásticos
- Facas, balanças, uma máquina de moer carne, ganchos, embalagens e um martelete adaptado para cortar ossos
- Munições calibre .22 e uma arma
Tudo isso fora dos padrões sanitários.
PERIGO PARA A SAÚDE PÚBLICA
Dada a gravidade da situação, a Vigilância Sanitária de Rondonópolis foi acionada e confirmou o crime. A equipe registrou imagens e recolheu a carne para descarte, evitando que um produto potencialmente contaminado chegasse ao consumo das pessoas.
O risco é real: carne de origem clandestina pode propagar doenças sérias e causar danos à saúde.
CRIME ORGANIZADO E O DESAFIO DA IMPUNIDADE
O material apreendido foi enviado à Delegacia de Polícia Civil, que continuará com as investigações. Até o momento, nenhum suspeito foi detido, o que gera indignação e preocupação entre os moradores.
As perguntas permanecem:
👉 Quantos outros abatedouros clandestinos ainda operam na calada da noite?
👉 Quem se beneficia desse esquema enquanto a população está em risco?
A Polícia Militar destaca que a Operação Tolerância Zero prossegue e que a colaboração da população é essencial para combater crimes relacionados às facções.
Redação JA / Foto; reprodução PMMT
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