Vários conselheiros expressaram apoio à lista paritária, considerada uma conquista para a advocacia local. A conselheira Ninagin Dallagnol, autora da proposta, argumentou: “A paridade garante às mulheres advogadas a participação efetiva. A diversidade nos tribunais fortalece a legitimidade social do Judiciário e traz maior representatividade às decisões.”
Duas propostas foram rejeitadas: uma do conselheiro José Patrocínio Júnior, que sugeria votação híbrida, e outra do conselheiro Silas do Nascimento, que defendia o voto secreto.
Gisela Cardoso anunciou que, na próxima sessão, será avaliada a criação de um Grupo de Estudos para discutir possíveis mudanças e avanços com segurança jurídica para processos futuros.
O Edital aprovado será publicado no Diário Eletrônico da OAB, dando início aos prazos estabelecidos no Provimento 102/2004 do Conselho Federal da OAB (CFOAB). Gisela enfatizou a importância de realizar uma eleição democrática e responsável, convidando advogados e advogadas com histórico de serviços prestados à Ordem e à sociedade a se candidatar para representar a advocacia no Tribunal de Justiça.
A sessão foi conduzida por Gisela Cardoso, com a presença do secretário-geral Josemar Carmerino, do vice-presidente Giovane Santin, do diretor-tesoureiro Max Ferreira Mendes, da secretária-geral adjunta Aline Luciana e do presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA/MT), Rodrigo Araújo.