Presidente do TJ-MT diz que sede não foi alvo da PF e vai colaborar com investigação
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) divulgou nota na tarde desta segunda-feira (8) informando que nenhum mandado de busca e apreensão foi cumprido em suas dependências durante a Operação Gemini, deflagrada pela Polícia Federal.
Na manifestação, a Corte ressaltou que permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, caso seja formalmente solicitada.
A Operação Gemini apura suspeitas de comercialização de decisões judiciais e lavagem de dinheiro no âmbito do TJ-MT e é um desdobramento da Operação Sisamnes, que investiga um suposto esquema de corrupção no Judiciário envolvendo venda de sentenças e vazamento de informações sigilosas relacionadas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Entre os alvos da operação estão o desembargador afastado Dirceu dos Santos, o deputado estadual Faissal Calil (PL) e o advogado Bruno Castro.
Redação JA / Foto: reprodução

