O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) manifestou-se publicamente acerca das acusações de caráter difamatório veiculadas pela imprensa a respeito de um vídeo que registra sua celebração pela vitória da empresa Oeste Construtora, de propriedade de seu irmão, Glenio Moretto, em uma licitação promovida pelo Estado.
O parlamentar demonstrou descontentamento com o fato de ser alvo de um pedido de autorização por parte do Ministério Público Estadual (MPE), encaminhado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), para abertura de uma ação penal com o intuito de investigar o ocorrido.
Não obstante, reiterou sua disposição em colaborar plenamente com eventuais apurações. Em declaração concedida à Rádio Conti, localizada em Pontes e Lacerda, afirmou: “Tenho princípios sólidos e baseio minha conduta na verdade e no trabalho. É extremamente desagradável ser alvo de uma investigação motivada por uma interpretação difamatória promovida pela imprensa.” Moretto também fez considerações sobre a forma como os fatos têm sido apresentados ao público:
“O vídeo divulgado pela minha equipe é lícito e transparente. No entanto, a narrativa construída por setores da mídia sugere erroneamente que os R$ 200 milhões alocados sequer foram destinados à construção de hospitais.
” A gravação, realizada por integrantes de sua assessoria durante resposta a questionamentos do governador Mauro Mendes (União) sobre processos licitatórios na região, ganhou ampla repercussão em redes sociais e foi destaque na mídia nacional. A ocasião se deu na assinatura de uma ordem de serviço no valor aproximado de R$ 200 milhões para obras na MT-199, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a aproximadamente 522 km de Cuiabá.
O deputado reafirmou sua postura quanto à investigação: “A situação é desconfortável, mas estou completamente comprometido em contribuir com as apurações. Sou o maior interessado na elucidação dos fatos e não tenho motivos para ocultar qualquer informação.” Ainda em sua defesa, repudiou as insinuações de irregularidades: “É deplorável que se afirme que um político tenha se beneficiado indevidamente ou que meu irmão dependeria de minha influência para vencer uma licitação.
Trata-se de um processo conduzido de maneira absolutamente transparente.” Ressalta-se que a legislação vigente veda a parlamentares manter contratos com órgãos públicos durante o exercício do mandato, o que torna ainda mais sensível a análise dos atos mencionados.
Redação JA/ Foto: reprodução
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