O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), expressou críticas severas à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e declarou que a educação oferecida por essa instituição é “muito ruim”. Essa afirmação ocorreu na terça-feira (19), quando Abilio foi indagado sobre uma recente controvérsia que revelou que alunos da rede pública de ensino falharam em calcular uma multiplicação simples: 4×4.
Além de apontar problemas com o ensino na cidade e no estado, Abilio criticou a formação dos estudantes da UFMT, mesmo sendo considerada a universidade mais disputada do Mato Grosso.
“Enquanto os alunos que frequentam instituições privadas e cursinhos preparatórios entram nas universidades públicas e têm acesso a uma educação de qualidade diferente. Infelizmente, mesmo que a universidade pública em nosso Estado, como a UFMT, tenha se tornado bastante insatisfatória, são as pessoas mais favorecidas que conseguem ingressar lá”, comentou. Ele observou que muitas crianças da rede pública estão tendo que parcelar o FIES [Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior] para estudar em faculdades privadas, muitas vezes por meio de Educação a Distância (EAD) e com pouca qualidade”, acrescentou.
Abilio também se posicionou sobre a crítica do secretário de Educação do Estado, Alan Porto, que desaprovou sua abordagem com os alunos, afirmando que o prefeito teria causado constrangimento ao gravar as crianças para publicar em seu Instagram.
Em resposta, o prefeito explicou a Porto que sua preocupação está na baixa qualidade do ensino, afirmando que essa questão não é tirada da responsabilidade do Estado.
“Essa criança que hoje está no primeiro ano do ensino médio, onde estava há cinco anos? Estava na rede municipal, onde deveria ter aprendido a multiplicação de 4×4, junto com as operações básicas de matemática e os fundamentos da língua portuguesa”, afirmou.
“Entretanto, se observarmos agora, a qualidade da educação no âmbito Estadual e Municipal é bastante insatisfatória”.
Situação do Ideb
Atualmente, a educação em Mato Grosso ocupa o 8º lugar no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Esse resultado foi celebrado pelo Governo do Estado, pois houve um salto da 22ª para a 8ª posição entre 2019 e 2024.
“Assim, é necessário reavaliar qual é a política correta. Devemos voltar ao básico. Se a criança não domina o básico, não adianta fornecer tablets e chromebooks ou investir em outras iniciativas”.
“Muitas vezes, alguém diz: ‘Mas estamos em oitavo lugar no Brasil’. Isso indica que a situação do Brasil também é precária, porque se nossos alunos não conseguem calcular 4×4, imaginem as demais regiões do país”, concluiu.
Abilio critica os estudantes: “Consegue realizar o L, mas não tem ideia de quanto é 4 vezes 4.”
Redação JA/ Foto: reprodução
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