A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa concluiu o inquérito policial sobre a morte do advogado Roberto Zampieri. O empresário Aníbal Manoel Laurindo foi indiciado como mandante do crime.
A esposa de Aníbal, Elenice Ballaroti Laurindo, inicialmente apontada como cúmplice, foi excluída da acusação por insuficiência de provas.
As investigações comprovaram o “nexo” entre Aníbal Laurindo e o intermediário Coronel Caçadini, que por sua vez tinha vínculo com os executores do homicídio. Segundo a Polícia, o homicídio foi considerado duplamente qualificado, por ter sido praticado à traição/emboscada e mediante pagamento/motivo torpe. Com fulcro no art. 121 parágrafo 2º, incisos I e IV”, diz trecho do documento.
Roberto Zampieri foi assassinado em 5 de dezembro do ano passado (2023), quando deixava seu escritório no bairro Bosque da Saúde em Cuiabá-MT. Ele havia acabado de entrar em seu carro, um Fiat Toro branco, quando o assassino se aproximou e atirou dez vezes contra ele.
Em fevereiro deste ano, o juiz Wladymir Perri, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, acolheu o pedido do Ministério Público Estadual tornou Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas réus, e tiveram suas prisões temporárias convertidas em preventivas.
O inquérito policial concluiu que o empresário Aníbal Laurindo foi o mandante do assassinato do advogado Roberto Zampieri, com a participação do Coronel Caçadini como intermediário e de três executores do crime.
Redação JA / Foto: reprodução
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