O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (17) que uma proposta para a taxação de super-ricos está ganhando força global, defendendo que esse tipo de medida pode ajudar na construção de um futuro melhor comum em meio a problemas geopolíticos.
Falando a jornalistas em Washington, Haddad afirmou que autoridades discutirão mais tarde, em jantar do G20, como elevar fundos através de taxação de super-ricos e como investir recursos, lidando com transição climática e pobreza.
Ele também disse que a presença da economista ganhadora do Nobel Esther Duflo no jantar servirá exatamente a esse objetivo, depois de o Brasil ter inicialmente convidado Gabriel Zucman, diretor do Observatório Europeu Fiscal, para ajudar em um relatório sobre a questão, que Haddad reiterou que deverá estar pronto para a próxima reunião de Finanças do G20 em julho.
“Se a gente conseguir consenso até o final do ano em torno disso é coisa tão extraordinária, é coisa histórica”, disse o ministro.
Zucman sugeriu que uma possibilidade seria garantir que pessoas com patrimônio líquido bastante alto paguem ao menos o equivalente a 2% de seu patrimônio em impostos de renda por ano, o que ele estimou que pode gerar US$ 250 bilhões por ano – metade da receita anual projetada como necessária para países em desenvolvimento lidarem com a mudança climática.
Sobre as metas fiscais do Brasil, Haddad disse que o governo está observando como medidas de interesse do governo – com as quais conta para elevar a arrecadação – vão avançar no Congresso.

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