A contratação vai atender 323 unidades consumidoras estaduais, distribuídas em diversos órgãos públicos, o que deve gerar uma economia de aproximadamente 40,88% nos próximos cinco anos, o que representa cerca de R$ 156,5 milhões de economia aos cofres públicos.
O processo de implementação nas unidades será de forma gradativa com um consumo de 85.615,44 megawatt-hora no primeiro ano e 104.066,10 megawatt-hora no último ano. A projeção do aumento de contratação entre os anos foi de 5% e considerou os 60 meses.
A compra no mercado livre de energia permite ao consumidor escolher o fornecedor, tempo de contrato, preço, tipo de energia, como a opção por fontes de energias renováveis, a exemplo da energia solar.
“Essa contratação alia dois importantes fatores, a economicidade e a sustentabilidade, uma vez que dá a oportunidade de comprarmos energia com menor preço, e ainda podemos consumir energia de fontes renováveis. Quando se aplica eficiência na administração pública, você gera economia que contribui diretamente no atendimento às áreas prioritárias, como em programas e serviços voltados à população”, afirmou o secretário de Gestão e Planejamento do Estado, Basílio Bezerra.
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