A nova desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Gabriela Carina Knaul, enfatizou a relevância da ampliação da participação feminina e da promoção da igualdade de gênero no âmbito do Poder Judiciário ao ser empossada na sexta-feira (13).
Atualmente, a composição do Pleno da Corte conta com 11 mulheres entre seus 39 membros.
Gabriela ressaltou que “essa oportunidade é fundamental para a concretização da igualdade material. As políticas afirmativas garantem uma chance que, muitas vezes, são restringidas pela cultura, pela tradição e pela própria ambientação que tendem a excluir”. Essa declaração foi feita em entrevista à imprensa.
A vaga ocupada por Gabriela foi preenchida com base no critério de merecimento, e, conforme a normativa aplicável, a ocupação deveria ser obrigatoriamente feminina. Quinze juízas candidataram-se para a promoção.
Ela argumentou que a equidade de gênero envolve o reconhecimento da competência e do mérito de homens e mulheres em condições de igualdade. “É imprescindível reconhecer que todos são capacitados e que aqueles que se dedicam aos estudos devem ter iguais oportunidades”, declarou.
Adicionalmente, a nova desembargadora enfatizou que a promoção da igualdade em todos os segmentos sociais deve constituir uma ação contínua dentro das instituições. “A igualdade precisa ser fomentada. Ao falarmos sobre o reconhecimento do trabalho das mulheres, estamos precisamente abordando isso: as mulheres possuem habilidades equivalentes às de qualquer outra pessoa”, concluiu.
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Redação JA / Foto e vídeo reprodução
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