O vereador Dilemário Alencar juntamente com os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Estacionamento Rotativo na Câmara Municipal de Cuiabá, indiciaram nesta sexta-feira (10) o ex-prefeito Emanuel Pinheiro e o ex-secretário Francisco Vuolo por improbidade administrativa. Membros da CPI, afirmaram que foi apurada a existência de cláusulas prejudiciais no contrato celebrado entre a Prefeitura de Cuiabá e a empresa CS Mobi, durante a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro.
Dilemário critica o contrato que constatou-se que a referida concessionária obtém vantagens financeiras desproporcionais, uma vez que, além de receber valores diretamente dos cofres municipais, também se apropria das receitas oriundas da cobrança de estacionamento nas vias públicas e da locação de espaços no novo mercado municipal.
Em 2022, a concessão foi firmada com a empresa por meio de uma PPP, com duração de 30 anos e valor inicial de mais de R$ 655 milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão com os reajustes.
Além do estacionamento rotativo, a empresa também é responsável pela mobilidade no centro da capital, o que inclui a obra do Mercado Municipal.
A CPI ouviu 20 pessoas em seis sessões ordinárias durante sete meses, e indicou um projeto de resolução:
Nota da CS Mobi
A CS Mobi Cuiabá reafirma a legalidade do contrato de parceria público-privada (PPP) firmado com o Poder Municipal e a legitimidade da prestação de serviços em curso.
A empresa destaca que entre as benfeitorias já realizadas, dentro do escopo da PPP, já executou 50% do trabalho de requalificação de calçadas e vias públicas no Centro Histórico.
Também dentro do escopo da PPP, as obras do Novo Mercado Miguel Sutil avançam rapidamente, com 35% do projeto já executado.
O empreendimento, moderno, se transformará num novo cartão postal da cidade, que será incorporado ao patrimônio público de Cuiabá.
Quanto às normas e tarifas do Cidade Verde Estacionamento Rotativo, a empresa lembra que as mesmas estão sob a discricionariedade da Prefeitura.
A CS Mobi Cuiabá solicitará acesso formal ao relatório final da Comissão Parlamentar, para análise acurada dos apontamentos e recomendações. A empresa reforça que não mediu esforços ao contribuir amplamente com a Comissão ao longo dos trabalhos, disponibilizando documentos, informações e esclarecimentos prestados. A empresa tem a convicção de que essa disponibilidade contribuiu a uma conclusão fundamental: a de que o contrato é juridicamente legal e que importantes serviços estão sendo prestados ao Município.
A empresa também destaca que se colocou à disposição da atual gestão da Prefeitura Municipal, em diferentes ocasiões, para a discussão de uma eventual repactuação do contrato, caso seja esse o desejo do gestor responsável, devidamente amparados, Prefeitura e empresa, pela legalidade e segurança jurídica. Essa postura é comprovada pelo pedido de instituição de mesa técnica formalizado pela CS Mobi Cuiabá junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e ofícios protocolados diretamente junto ao Executivo Municipal.
Assista o vídeo :
Redação JA/ Foto: reprodução
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