O senador Wellington Fagundes, destacando sua posição no cenário político, confirmou que o PL, seu partido, já definiu sua candidatura ao Palácio Paiaguás nas eleições de outubro. Ele enfatizou que não há espaço para recuos diante de seu rival no pleito, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). “O PL é o maior partido do Brasil e de Mato Grosso, e é fundamental que tenhamos um candidato a governador. Estamos firmes: vamos apoiar Flávio Bolsonaro como nosso principal projeto para a presidência e, claro, minha candidatura ao governo e José Medeiros ao Senado,” declarou o senador.
Essa afirmação foi feita durante uma entrevista ao programa Roda de Entrevista, da TV Cultura Cuiabá, na noite desta quinta-feira (19). Wellington também ressaltou sua próxima reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, marcada para o dia 7 de março, onde discutirão a eleição em Mato Grosso. Recentemente, através de seus interlocutores, Bolsonaro já havia sinalizado apoio a Pivetta.
No entanto, em uma movimentação estratégica interna, Wellington obteve o respaldo necessário dentro do partido, com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciando suporte à sua candidatura. Quando questionado sobre a possibilidade de Bolsonaro solicitar que ele fosse vice de Pivetta, o senador respondeu de maneira assertiva: “Ele não vai fazê-lo.”
Wellington sustentou que tanto ele quanto Bolsonaro compartilham uma trajetória conjunta significativa no Congresso e que essa relação deve ser respeitada. “Estamos firmes em nossa intenção. Temos autorização do partido nacional e acreditamos que o PL começará a campanha unificado em um projeto que visa garantir a Flávio a maior votação proporcional do Brasil, além de fortalecer o PL em Mato Grosso,” afirmou.
Em relação à candidatura de Pivetta e suas possíveis consequências para o eleitorado bolsonarista, Wellington não demonstra receio ao confronto, afirmando que a “verdadeira direita” reside no PL. “A disputa é saudável: vamos ao embate. Quanto mais candidatos houver, melhor para os eleitores, que terão mais opções de diálogo. Acredito que é positivo ter uma variedade de candidaturas. Se Pivetta deseja se posicionar como direita, precisa entender que a verdadeira representação desse setor é o PL.”
Por fim, ele reiterou a importância do PL como a verdadeira força conservadora em Mato Grosso, destacando a sólida relação do partido com o presidente Bolsonaro e o compromisso com os valores conservadores que predominam no estado.
Redação JA / Foto: reprodução
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