A Polícia Civil do Mato Grosso, através do Núcleo de Estelionato da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, realizou uma operação chamada “Operação Rede Oculta” nesta segunda-feira, 27 de maio de 2024.
As investigações foram iniciadas no ano de 2023, sob a presidência do delegado Antenor Júnior Pimentel Marcondes, a partir de denúncias anônimas, que foram apuradas por meio de investigação qualificada conduzida pelos policiais civis lotados na 1ª Delegacia de Várzea Grande.
A operação teve o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada à prática de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos 30 mandados judiciais, sendo 15 de busca e apreensão domiciliar, além de outras medidas para desarticular o patrimônio de 15 investigados.
A operação contou com a participação de 64 policiais civis e 13 viaturas. As investigações, iniciadas em 2023, apontaram a existência de pelo menos 4 células criminosas que movimentaram quase R$ 500 mil em fraudes contra vítimas de Mato Grosso e de outros estados.
Um dos alvos da operação teria atuado nas fraudes desde 2019 e também ocuparia uma posição de “disciplina” em uma facção criminosa.
“O modo de ação dos investigados se revela complexo e forma uma verdadeira rede obscura (razão do nome da operação policial) composta por responsáveis pela aplicação de fraudes, que recebem os valores oriundos de golpes e os que pulverizam o dinheiro. São pelo menos 15 pessoas identificadas que estão ligadas diretamente aos crimes apurados” Diz o delegado que coordenou a Operação Ruy Peral
O delegado afirmou que o modo de ação dos investigados é complexo, formando uma “rede obscura” de responsáveis pelas fraudes e pela lavagem do dinheiro.
Redação JA / Foto: PCMT
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