“Não defendo imposto sobre desgraça alheia e destruição de lar”

“Não defendo imposto sobre desgraça alheia e destruição de lar”

No momento em que o país discute a regulamentação das apostas e dos jogos online, o secretário estadual de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, se posiciona contra qualquer incentivo à atividade, a despeito da possibilidade de se elevar a arrecadação de impostos.

 

“Eu, sinceramente, não defendo imposto sobre a desgraça alheia, sobre a destruição de lares, de vidas, a desestruturação completa de famílias. Isso está ocorrendo e todos já começamos a perceber”, afirmou nesta semana em entrevista ao MidiaNews.

 

Gallo defende um “freio de arrumação” com “forte regulamentação” no setor, que nos primeiros meses do ano movimentou R$ 160 bilhões no País.

 

Na entrevista, o secretário ainda falou da expectativa com a safra, do futuro econômico de Mato Grosso, das mazelas da Reforma Tributária e até de suas pretensões para 2026.

Confira os principais trechos da entrevista:

 

MidiaNews – No final do ano passado e começo deste ano havia um grande temor quanto à arrecadação por causa da seca. Como tem se comportado a receita estadual em 2024?

 

Rogério Gallo – Tivemos um primeiro semestre muito desafiador em relação a arrecadação do ICMS, que é o nosso principal tributo, responsável por, em torno, de 60% de todo o Estado.

 

No primeiro semestre, em função da seca que abateu as nossas plantações, sobretudo no Médio-Norte, tivemos, sim, uma queda e com isso se colheu menos. Além disso, teve uma queda nos preços de commodities como soja e milho.

ASSISTA A ENTREVISTA COMPLETA NESTE VÍDEO:

Redação JA/ Foto: Victor Ostetti – Midianews

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