No dia 12 de março, durante o encerramento do seminário que discutiu a concepção e criação do Memorial da Pandemia de Covid-19, as ministras da Saúde, Nísia Trindade, e da Cultura, Margareth Menezes, assinaram um acordo entre seus respectivos ministérios. Esse acordo tem como objetivo garantir a implementação de políticas públicas conjuntas nas áreas de saúde e cultura, visando promover o exercício da cidadania e o acesso aos direitos constitucionais, em conformidade com a Agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Durante o evento, Nísia ressaltou a importância do trabalho conjunto entre os setores do governo e destacou uma das resoluções da Conferência Nacional de Saúde, que é a declaração do Sistema Único de Saúde (SUS) como patrimônio cultural da humanidade. Ela enfatizou que há uma forte interseção entre saúde e cultura, e que há um debate internacional dentro da Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhecendo a cultura como um determinante social da saúde.
Nísia explicou que o acordo assinado vai além da proposta de criação do Memorial da Covid-19 e abrange a formulação, implementação e acompanhamento de políticas públicas nas áreas de saúde e cultura. A partir desse acordo, serão desenvolvidas uma série de ações conjuntas, aproveitando a abrangência do SUS e sua diversidade regional, assim como os pontos de cultura, sempre com o objetivo de fortalecer a democracia.
Em relação aos painéis apresentados no evento, Nísia adiantou que duas referências importantes foram mencionadas: a reparação, pois não faria sentido ter um memorial sem reconhecer as dores e o impacto que a Covid-19 teve nas vidas de muitas famílias; e a definição de como o memorial servirá como um ponto de encontro para pessoas com diversas experiências, incluindo acadêmicos, sociedade e governo. Ela ressaltou o compromisso do governo em cuidar das pessoas e fortalecer o SUS, sempre com a perspectiva dos direitos à saúde garantidos pela Constituição.
Por sua vez, a ministra Margareth Menezes elogiou a importância do Seminário de Criação do Memorial e parabenizou o Ministério da Saúde pela proposta e parceria na ação conjunta. Ela destacou que o Memorial da Pandemia de Covid-19 se justifica por vários motivos, principalmente para transmitir às futuras gerações o alto custo das vidas perdidas, especialmente sabendo que a tragédia poderia ter sido menor. Ela aproveitou a oportunidade para agradecer a todos os profissionais de saúde que se dedicaram e enfrentaram bravamente a pandemia para salvar vidas.
No segundo dia do evento, duas mesas temáticas abordaram políticas de memória relacionadas à pandemia, com a participação remota da historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz e do presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Luchesi. Eles celebraram a proposta de construir um memorial para lembrar da pandemia e celebrar as vidas perdidas. Os debates promoveram reflexões sobre as vidas perdidas, a responsabilidade do Estado, a memória, a justiça e a reparação.
A discussão também abordou a saúde global e a preparação para novas pandemias, com representantes da Opas, do Ministério da Saúde e da Fiocruz. Foram discutidas a situação atual da saúde e as projeções para o futuro diante de possíveis novas pandemias.
O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde, Carlos Gadelha, que estava presente no evento, ressaltou a necessidade de investir e apoiar o desenvolvimento da base produtiva brasileira na área da saúde como forma de fortalecer o SUS. Ele citou como exemplo a busca por maior autonomia do país na produção de vacinas e no desenvolvimento de avanços tecnológicos nacionais, reduzindo a dependência em relação a outras nações.
Segundo Gadelha, o país tem uma grande dependência tecnológica na área da saúde, em torno de 20 bilhões de dólares, o que limita as ações no SUS. Portanto, é necessário organizar o sistema produtivo de medicamentos, vacNo dia 12 de março, ocorreu o encerramento do seminário que discutiu a criação do Memorial da Pandemia de Covid-19. Durante o evento, as ministras da Saúde, Nísia Trindade, e da Cultura, Margareth Menezes, assinaram um acordo entre seus ministérios para estabelecer políticas públicas conjuntas nas áreas de saúde e cultura, visando promover a cidadania e o acesso aos direitos constitucionais, de acordo com a Agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Nísia ressaltou a importância da colaboração entre os setores do governo e destacou a resolução da Conferência Nacional de Saúde que declara o SUS como patrimônio cultural da humanidade. Ela enfatizou a interseção entre saúde e cultura e mencionou o debate internacional na OMS sobre a cultura como determinante social da saúde.
O acordo assinado abrange a formulação, implementação e acompanhamento de políticas públicas nas áreas de saúde e cultura, indo além da proposta do Memorial da Covid-19. Serão realizadas ações conjuntas aproveitando a abrangência do SUS e sua diversidade regional, assim como os pontos de cultura, com o objetivo de fortalecer a democracia.
No que diz respeito aos painéis apresentados no evento, Nísia mencionou duas referências importantes: a reparação, reconhecendo as dores e o impacto da Covid-19 nas famílias, e a definição do papel do memorial como um ponto de encontro para pessoas com experiências diversas, incluindo academia, sociedade e governo.
Margareth Menezes elogiou o seminário e parabenizou o Ministério da Saúde pela proposta do Memorial da Pandemia. Ela destacou a importância do memorial para lembrar às futuras gerações o custo das vidas perdidas e agradecer aos profissionais de saúde que enfrentaram a pandemia.
No segundo dia do evento, foram realizadas mesas temáticas sobre políticas de memória da pandemia, com a participação remota da historiadora Lilia Schwarcz e do presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Luchesi. Os debates abordaram as vidas perdidas, a responsabilidade do Estado, a memória, a justiça e a reparação.
Também foi discutida a saúde global e a preparação para novas pandemias, com representantes da Opas, do Ministério da Saúde e da Fiocruz. Foram apresentadas as projeções para o futuro diante de possíveis novas pandemias.
O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde, Carlos Gadelha, destacou a importância de investir no desenvolvimento da base produtiva brasileira na área da saúde para fortalecer o SUS. Ele mencionou a busca por maior autonomia na produção de vacinas e avanços tecnológicos nacionais, reduzindo a dependência externa.
Gadelha ressaltou a necessidade de organizar o sistema produtivo de medicamentos, vacinas e outros produtos, além do sistema de saúde, para sustentar o SUS. A dependência tecnológica atual limita as ações no SUS, e é necessário promover a autonomia e fortalecer a saúde no país.
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