Com a proximidade do fim de seu segundo mandato e a eleição de 2026 se aproximando, Mauro Mendes (União Brasil) comenta que a inesperada derrota de seu candidato em Cuiabá não deve impactar sua trajetória política.
No último domingo (6), desafiando as previsões e cenários favoráveis, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), não avançou ao segundo turno, sendo superado por Abilio Brunini (PL) e Lúdio Cabral (PT).
O nome de Mauro é cogitado para uma candidatura ao Senado em 2026, graças ao desempenho positivo de seu governo em todo o estado. Contudo, além de Cuiabá, o PL conquistou prefeituras importantes, como Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis e a própria capital.
“A eleição não era sobre o governador Mauro Mendes. Vale lembrar que, há dois anos, recebi quase 70% dos votos em Cuiabá, e desde então a avaliação continua bastante favorável. É evidente que os resultados são distintos”, afirmou Mauro em coletiva após a derrota.
Esse resultado também levanta questões sobre os planos políticos de seu aliado, o senador Jayme Campos (União), que aspirava a uma futura candidatura ao Governo do Estado. Jayme também enfrentou uma derrota inesperada em Várzea Grande, onde seu candidato Kalil Baracat (MDB) perdeu a reeleição para a empresária Flávia Moretti (PL).
Redação JA / Foto: reprodução
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