Depois de um recorde em 2024, as exportações brasileiras de açúcar começaram 2025 em baixa. Em janeiro, o país enviou 2,06 milhões de toneladas do adoçante ao exterior, uma retração de 27,2% em relação às 2,83 milhões de toneladas despachadas em dezembro. Já na comparação anual, a queda foi de 34,9%.
Além disso, apesar de ter registrado um leve acréscimo mensal de 1%, o preço médio do açúcar passou por uma baixa de 10,1% ante o mesmo período do ano passado. O produto foi negociado, em média, a US$ 482,39 por tonelada.
Assim, a receita mensal foi de US$ 994 milhões, retração anual de 41,5%. Em janeiro de 2024, a receita somou US$ 1,7 bilhão.
Os dados detalhados de exportações foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na última sexta-feira, 7.
Do total exportado, 1,73 milhão de toneladas eram de açúcar bruto, baixa anual de 34,7%. Negociado em média a US$ 473,98/t (-9,6%), o produto somou uma receita de US$ 819,81 milhões (-40,9%).
Por sua vez, as 331 milhões de toneladas restantes eram de refinado, retração anual de 36,3%. Neste caso, o preço médio foi de US$ 526,35/t (-12,2%), alcançando uma receita de US$ 174,19 milhões no mês (-44,1%).
Em janeiro, os principais destinos do açúcar brasileiro foram: Bangladesh (290,31 mil toneladas); Índia (214,66 mil t); Argélia (179,21 mil toneladas); Irã (138,6 mil t); e Nigéria (133,99 mil t).
Fonte: NovaCana/ Foto: reprodução
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