A subsede vem exigindo da Prefeitura a recomposição salarial, que hoje está com perdas acumuladas em 32,84%; bem como o pagamento do piso nacional; a implementação de gestão democrática nas unidades escolares; a realização de concurso público para suprir a carência de profissionais efetivos e a alteração do Artigo 46 da Lei Municipal nº 609/2014, que trata da jornada dos motoristas da educação.
Mas, apesar da categoria ter suspendido a greve, como sinal de boa-fé, a prefeitura segue massacrando os trabalhadores da educação, e com a falta de pagamento, os colocando em situação de falta de dignidade humana, conforme explica a presidente da subsede Sintep/Jangada, Célia Costa.
SINTEP/MT – Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso
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