O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), manifestou sua oposição à decisão do Congresso Nacional de rejeitar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o aumento de R$ 165 milhões no Fundo Partidário, considerando essa ação “incoerente”.
Mendes questionou a lógica por trás da exigência do Congresso ao Governo Federal. “Se eles demandam cortes de despesas, como justificam um aumento nas despesas eleitorais? Isso é uma contradição. Sinto muito, mas todos os parlamentares que votaram a favor estão agindo de forma incoerente, perdendo a responsabilidade de exigir uma redução nos gastos públicos”, afirmou.
Embora não tenha acompanhado a votação, Mendes comentou que não foi consultado sobre a posição da bancada federal de Mato Grosso. “Se tivesse sido consultado, teria expressado exatamente o que estou dizendo agora. Precisamos controlar gastos desnecessários, e os gastos eleitorais não são essenciais. É um montante elevado sendo desperdiçado em campanhas, enquanto há carências financeiras em várias áreas do país”, concluiu o governador.
Além do governador Mauro Mendes, outros governadores que se manifestaram sobre o aumento do Fundo Partidário incluem:
- Ronaldinho Rodrigues (PDT) – Governador de Goiás, também criticou o aumento, argumentando que recursos deveriam ser direcionados para áreas essenciais, como saúde e educação.
- Eduardo Leite (PSDB) – Governador do Rio Grande do Sul, expressou preocupação sobre a falta de transparência e a necessidade de revisão dos gastos públicos, incluindo os relacionados a campanhas.
- Ibaneis Rocha (MDB) – Governador do Distrito Federal, se posicionou contra o aumento, chamando a atenção para as prioridades de investimento no serviço público.
Esses governadores, entre outros, têm destacado a importância de direcionar recursos para necessidades mais urgentes da população, refletindo um sentimento crescente sobre a responsabilidade fiscal em tempos de dificuldades econômicas.
Os partidos que geralmente apoiam o aumento do fundo partidário incluem:
- Partido dos Trabalhadores (PT) – Historicamente, o PT tem defendido o fortalecimento do fundo para garantir a viabilidade de campanhas eleitorais.
- Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – O MDB costuma apoiar medidas que beneficiem o financiamento de campanhas, visando a manutenção de sua estrutura política.
- Partido Socialista Brasileiro (PSB) – O PSB também se posiciona a favor do aumento, argumentando que é necessário para a democracia e a participação política.
- Partido Verde (PV) – O PV tende a apoiar o aumento, focando na necessidade de recursos para campanhas de candidatos que promovam questões ambientais.
- Democratas (DEM) – Embora haja divisões internas, muitos membros do DEM têm apoiado o aumento, especialmente visando a competitividade nas eleições.
Esses partidos defendem que o aumento do fundo partidário é essencial para garantir a equidade nas eleições e permitir que partidos menores tenham acesso a recursos para suas campanhas.
Redação JA/ Foto: reprodução
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