Em sessão realizada nesta terça-feira (13), a Câmara Municipal de Cuiabá decidiu, por unanimidade, arquivar o pedido de abertura de Comissão Processante contra o vereador Chico 2000 (PL). A decisão seguiu o parecer da Procuradoria da Casa, que apontou ausência de provas concretas na representação apresentada pelo advogado Julier Sebastião, baseada em denúncias relacionadas à Operação Perfídia.
A Operação Perfídia, deflagrada no final de abril pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), investiga um suposto esquema de pagamento de propinas envolvendo vereadores da capital mato-grossense. Chico 2000 e o vereador Sargento Joelson (PSB) foram afastados de seus cargos por decisão judicial no âmbito das investigações.
O pedido de cassação contra Chico 2000 foi protocolado por Julier Sebastião, que alegou que as ações atribuídas ao vereador causaram “grande exposição negativa à Casa Legislativa” e violaram o decoro parlamentar. No entanto, o procurador-geral da Câmara, Eustáquio Neto, afirmou que a representação não preenchia os requisitos legais exigidos para a abertura de uma comissão processante, destacando que o documento se baseava apenas em reportagens da imprensa, sem apresentar provas materiais.
Durante a sessão, a presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), colocou o parecer da Procuradoria em votação. Nenhum parlamentar se manifestou contra o arquivamento, resultando na rejeição unânime do pedido de cassação.
A defesa de Chico 2000 também recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para tentar reverter o afastamento do vereador, alegando que a medida é desproporcional e que não há elementos suficientes para mantê-lo fora do cargo.
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