A Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Diaphthora nesta quarta-feira, 17 de abril de 2024, para cumprir 12 ordens judiciais em investigações sobre um esquema criminoso envolvendo um delegado e um investigador de polícia em Peixoto de Azevedo.
Foram cumpridos 2 mandados de prisão preventiva, 7 mandados de busca e apreensão, e 3 medidas cautelares. Os servidores são investigados por corrupção passiva, associação criminosa e advocacia administrativa.
As investigações começaram após denúncias de que policiais civis, um advogado e garimpeiros da região estariam envolvidos em solicitar vantagens indevidas, advocacia administrativa e assessoramento de segurança privada pela autoridade policial, caracterizando a formação e uma associação criminosa no município.
Com o aprofundamento das investigações, foram identificados os servidores envolvidos no esquema criminoso, tendo como líder da organização o delegado titular da delegacia de Peixoto de Azevedo e um investigador da unidade que também incluía um advogado e garimpeiros.
Os crimes praticados pela associação criminosa foi demonstrado no inquérito, crimes incluíam solicitação de pagamentos indevidos para liberação de bens apreendidos, exigência de “diárias” para hospedagem de presos, e pagamentos mensais para decidir sobre procedimentos criminais.
Segundo consta no inquérito que Todos os esquemas e acertos levam à conclusão de que existia um verdadeiro “gabinete do crime”.
A Polícia Civil de MT, por meio da Corregedoria-Geral, buscou investigar e responsabilizar os envolvidos, desarticulando essa “associação criminosa” que atuava na estrutura estatal.
Redação JA / Foto: Robson de Almeida
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