A Justiça Federal negou pedido da defesa do jovem empresário Luis Antônio Taveira Mendes, para trancar a segunda fase da Operação Hermes, que investigou compra ilegal de mercúrio por parte da empresa Kin Mineração LTDA.
A decisão consta no processo sigiloso em que o empresário é acusado de compor organização criminosa voltada à compra de mercúrio ilegal para baratear a produção aurífera. A decisão é do dia 23 de abril de 2024.
A defesa do empresário alegou que a investigação foi realizada pela Polícia Federal através de compartilhamento ilegal de informações levantadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), responsável por elaborar relatórios das empresas e dos empresários envolvidos na compra do mercúrio para extração de ouro.
No inicio das investigações do caso, Ainda como advogado na época (9/11/2023), hoje desembargador no TJMT, Hélio Nishiyama, classificou como “descabida e absurda” a inclusão de seu cliente, o empresário Luís Antonio Taveira Mendes, no rol de investigados pela Operação Hermes II, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA).
Segundo o jurista, no inicio, afirmou, que 0 empresário Luiz Antônio Mendes não tenha qualquer ligação com nenhuma das empresas ou pessoas investigadas.
“É absolutamente descabida e absurda a inclusão do empresário Luís Antonio Taveira Mendes na operação Hermes 2, isto porque, o empresário não exerce qualquer atividade de gestão, direção ou tomada de decisão nas empresas objeto da investigação, e tampouco figura de forma direta como sócio das empresas Investigadas”, disse o advogado do empresário no inicio das acusações.
“O envolvimento do empresário e as medidas cautelares são ilegais e serão questionadas no Tribunal Regional Federal. Inclusive, a Justiça Federal indeferiu de plano, o pedido de prisão temporária solicitado de forma arbitraria pelo delegado da Polícia Federal, por ausência de fundamento jurídico no pedido”, afirmou.
“Por fim, o empresário Luis Antônio Taveira Mendes, reafirma seu compromisso com a verdade dos fatos, e se coloca à disposição da justiça para prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários”, concluiu.
Redação JA / Foto: reprodução
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