Para Volnei Eyng, CEO da Multiplike, os dados ajudam a explicar por que o crédito estruturado ganhou centralidade nas decisões de alocação. “Quando o ambiente político e global fica mais volátil, o investidor passa a buscar instrumentos menos dependentes de expectativas de curto prazo. Os FIDCs se conectam diretamente a fluxos reais da economia, como recebíveis e cadeias produtivas que continuam operando independentemente do calendário eleitoral ou do ruído externo. Esse crescimento da base de investidores mostra uma leitura mais técnica sobre risco, previsibilidade e papel do crédito privado no sistema financeiro”, afirma.
Eyng destaca que a expansão da classe vem acompanhada de maior responsabilidade técnica. “O crescimento exige disciplina na originação, análise criteriosa de crédito e estruturas bem desenhadas. Governança, qualidade dos lastros e proteção ao cotista são determinantes para sustentar retornos consistentes ao longo do tempo. Em 2026, com juros elevados, eleições e tensões geopolíticas no radar, a diferença entre operações bem estruturadas e aquelas com risco excessivo tende a ficar ainda mais clara”, diz. A tendência, segundo ele, é que o crédito privado siga ganhando espaço como complemento estrutural ao sistema bancário, apoiado em uma base de investidores mais ampla, institucionalizada e conectada à economia real.
Fonte Multiplike
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