Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro, contra os deputados federal Sóstenes e Jordy, ambos do (PL)
De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.

A ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.


De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.
No X, antigo Twitter, Jordy se pronunciou e disse ter sido alvo de uma “perseguição implacável”.
A ação desta sexta-feira é um desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A PF apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie na casa de Sóstenes Cavalcante. O parlamentar é alvo de uma operação que apura o desvio de cotas.
Há um ano, a PF pediu para os parlamentares serem alvos da investigação, mas a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou contra. Dino seguiu o parecer da PGR. Com isso, os mandados miraram apenas nos assessores dos deputados.
A avaliação de Dino na época era de que não havia indícios suficientes de que Jordy e Sóstenes tivessem envolvimento ou mesmo conhecimento das atividades ilícitas do grupo.
A redação JA tentou contato com Sóstenes e Jordy. O espaço está aberto.
Redação JA / Foto: reprodução
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