A ação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou o uso de tornozeleira eletrônica e outras restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gerou uma intensa reação entre os políticos de direita. Além disso, a decisão prevê recolhimento à residência durante a noite, a proibição de contato com autoridades de outros países e a entrada em embaixadas.
Esse movimento foi motivado por investigações da Polícia Federal que sugerem uma possível tentativa de intimidação e articulação internacional por parte de Bolsonaro e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para pressionar o STF e autoridades no Brasil.
O deputado José Medeiros (PL) criticou a decisão, afirmando: “Isso é inacreditável! O que Alexandre de Moraes faz nesse país é um verdadeiro festival de processos vazios, de suposições, narrativas e absurdos. Lamentavelmente, o STF não respeita mais a Constituição. O Senado Federal é a única barreira, o único que pode conter o caos em nossa nação.”
O deputado Nelson Barbudo compartilhou um comunicado oficial do Partido Liberal. “O PL considera a ação do Supremo Tribunal Federal exagerada, especialmente pela falta de qualquer recusa ou resistência do presidente Bolsonaro em colaborar com as investigações. Reafirmamos nossa fé no presidente Jair Bolsonaro e seu comprometimento com o Estado Democrático e a verdade.”
O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) fez uma analogia direta com regimes ditatoriais: “Após a carta de Trump a Bolsonaro, a PF realiza buscas em sua casa e na sede do PL. Bolsonaro vai usar tornozeleira eletrônica! Estamos nos tornando uma Venezuela, senhoras e senhores. A ditadura está se instalando em nosso país!”
Além disso, em um vídeo, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) mencionou uma tentativa de silenciar o ex-presidente:
“Bolsonaro está sendo silenciado. O regime atualmente em vigor deseja calar o presidente. Eu estou certo de que, assim como todos os patriotas, seremos a voz de Bolsonaro. Estamos realmente entrando em uma ditadura. O presidente Lula foi condenado por corrupção, mas ele nunca teve seu direito de se expressar cerceado. Agora, desejam prender quem diz a verdade.”
O vereador de Cuiabá, Tenente-Coronel Ranalli (PL), afirmou em suas redes sociais:
“Bolsonaro chora pelo Brasil, enquanto o Brasil chora por Bolsonaro. Força, capitão!”
A decisão de Moraes foi fundamentada em um pedido da Polícia Federal, com a aprovação da Procuradoria-Geral da República (PGR). A PF alega que Bolsonaro e Eduardo tentaram motivar o governo dos Estados Unidos a impor sanções ao Brasil e pressionar o STF. A decisão ainda será avaliada pela Primeira Turma do STF.
Redação JA/ Foto: reprodução
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