O controlador-geral do Estado, Paulo Farias, esclareceu todas as dúvidas dos deputados estaduais sobre as apurações que foram feitas para mapear a entrega de kits agrícolas comprados em 2024, durante audiência na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quinta-feira (26.6). Farias foi enfático ao explicar que a Controladoria Geral do Estado (CGE) não analisa envio de emendas parlamentares, mas sim, como o Poder Executivo está fazendo a aplicação dos recursos.
Conforme o controlador-geral, não existe nome de deputado estadual ou número de emendas nos relatórios feitos pelo órgão. Segundo ele, “no documento, a CGE citou o número da ordem bancária em que os valores foram depositados na conta da Organização da Sociedade Civil (OSC), que comprou e distribuiu os kits”.
“Esses relatórios trazem situações encontradas na OSC, em nenhum momento citamos deputados. São relatórios que estão em sigilo e foram encaminhados à Polícia Civil, para que fosse feita uma investigação, uma vez que a CGE não investiga”, destacou Farias.
Paulo Farias também afirmou que as auditorias da CGE são técnicas, sem qualquer influência política.
“Cabe ao Poder Executivo fiscalizar a aplicação destes recursos, obedecendo aos princípios da administração pública, da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência. Fazendo isso a gente dá a segurança da legalidade e foi esse o trabalho da CGE”, ponderou.
Após a audiência, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, enviou ofício ao Governo do Estado solicitando que a Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) investigue o vazamento das informações, que estão sob sigilo da justiça.
Redação JA/ Foto: Secom-MT
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