Em um desenvolvimento chocante no caso do assassinato do advogado Renato Nery, o policial militar da Rotam, Heron Teixeira Pena Vieira, confessou ter recebido R$ 150 mil para planejar o crime. Vieira, detido desde 7 de março em Cuiabá, revelou que o valor original do acordo era de R$ 200 mil.
Em seu depoimento, ele apontou os empresários Julinere Goulart Bentos e César Jorge Sechi, de Primavera do Leste, como os mandantes do homicídio. O casal foi preso nesta sexta-feira (9) em seu condomínio. As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) indicam que o pagamento não foi integralmente efetuado, levando a tentativas de extorsão contra os mandantes.
Vieira também declarou que o montante recebido foi dividido entre ele e Alex Roberto de Queiroz Silva, o caseiro apontado como executor do crime. Além disso, o policial confirmou a participação de Jackson Pereira Barbosa, também militar e vizinho do casal, que teria recrutado Ícaro Nathan Santos Ferreira, policial da inteligência da Rotam, responsável por obter a arma utilizada no assassinato.
Outros policiais foram presos por suspeita de envolvimento, incluindo Leandro Cardoso, Wailson Ramos, Wekcerlley de Oliveira e Jorge Roberto Martins, acusados de ocultar a arma, que foi plantada em um confronto forjado em julho, resultando na morte de um homem e ferimentos em outros dois. Kaster Huttner Garcia também foi preso, acusado de buscar a motocicleta utilizada pelo executor em Barão de Melgaço. A Polícia Civil aponta uma disputa por terras em Novo São Joaquim, avaliadas em mais de R$ 30 milhões, como a motivação do crime. Renato Nery foi assassinado em julho do ano passado, falecendo aos 72 anos após ser baleado em frente ao seu escritório.
Redação JA/ Foto: reprodução
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