O Supremo Tribunal Federal (STF) impôs uma pena de 14 anos de prisão em regime fechado ao professor de dança e ex-candidato a vereador em Cáceres (MT), José de Arimateia Gomes dos Santos, popularmente conhecido como “Xuxa”. Ele foi condenado por sua participação nos atos golpistas ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro.
Xuxa foi detido em flagrante durante os eventos, sob a acusação de atuar como animador de um acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército. O ministro Alexandre de Moraes decidiu manter a prisão preventiva, ressaltando a periculosidade do réu, que gravou vídeos incitando a participação popular nas manifestações e esteve envolvido na depredação da Praça dos Três Poderes.
A Primeira Turma do STF, em julgamento encerrado no dia 14 de fevereiro, seguiu a maioria do voto do relator Moraes, condenando José de Arimateia pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio público e associação criminosa armada.
Além da pena de prisão, o ex-candidato foi sentenciado a pagar R$ 30 milhões em indenização por danos morais coletivos decorrentes dos atos de vandalismo.
O voto de Moraes foi apoiado pelos ministros Cármen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux, enquanto Cristiano Zanin expressou um voto com ressalvas.
Redação JA/ Foto: reprodução Google
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