Representantes de MT acompanham divulgação do JN

28/08/2018 – Representantes do Poder Judiciário de Mato Grosso participam da reunião preparatória do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, no Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, nesta segunda e terça-feira (27 e 28 de agosto). Participam do evento o juiz auxiliar da Presidência Tulio Duailibi Alves Souza, o juiz auxiliar da Corregedoria Aristeu Batista Dias Vilella, o coordenador de Planejamento do TJMT, Afonso Maciel, e os servidores Reginaldo Cardozo e Rodrigo Oliveira.

O evento reúne presidentes de tribunais de todo o Brasil e ramos de Justiça, integrantes da Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário, responsáveis pela área de Gestão Estratégica, e servidores da área de estatística.
Na tarde de ontem (27 de agosto) o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentou o Relatório Justiça em Números 2018, que reúne dados de 90 tribunais sobre o funcionamento da Justiça referentes ao ano anterior, 2017. O estudo traz o detalhamento da estrutura e litigiosidade do Poder Judiciário, além dos indicadores e análises essenciais para subsidiar a gestão judiciária brasileira.
O evento foi aberto pela ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF). A palestra de abertura foi feita pelo médico e professor Dráuzio Varella, com o tema “Saúde como direito”.
Hoje (28 de agosto), ao final da reunião preparatória, também serão apresentadas as sugestões de Metas Nacionais para 2019 por segmentos de Justiça.
Balanço parcial divulgado pelo CNJ sobre o cumprimento das Metas do Judiciário demonstra que os tribunais brasileiros julgaram 103% dos processos distribuídos durante o primeiro semestre deste ano. Isso significa que, até junho deste ano, conseguiram julgar mais processos do que o número de ações distribuídas.
“As metas têm como objetivo revelar um foco, determinar um rumo específico. Não é um ônus a mais para os juízes. Pelo acúmulo cada vez maior de atividades, em especial para os juízes que têm competências amplas, as prioridades acabam sendo aleatórias. As metas concentram o trabalho em uma determinada direção, definida com os próprios magistrados”, disse ministra Cármen Lúcia. “As metas fixam uma rota de prioridades, até para que os juízes tenham um trabalho condizente com a sua realidade financeira e dentro do esperado pela sociedade”, completou.
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Por; Lígia Saito (com informações do CNJ)
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28, agosto, 2018|