Judiciário discute com órgãos públicos aprimoramento nas contratações de Tecnologia da Informação

Obter mais resultados, melhor qualidade de serviços com menos recursos públicos têm norteado as tomadas de decisões, especialmente na área de informática do Poder Judiciário de Mato Grosso. Com esse foco, a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) tem promovido ações voltadas para o Plano Anual de Contratações 2020 (PAC). E na manhã desta terça-feira (22 de outubro) ocorreu reunião com responsáveis pelo setor de tecnologia (CIO’s) de alguns órgãos públicos para tratar justamente das contratações de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) para o próximo ano.

A reunião, com a participação de  CIO’s do Ministério Público (MPE), Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) tem o objetivo de verificar a compatibilidade entre as instituições públicas para a realização de compras em conjunto, fazendo aquisição em maior volume para se obter preços melhores para a administração.

O encontro é uma continuidade dos trabalhos da oficina realizada pela CTI em setembro, onde foram feitas coletas das expectativas de contratações de todas as áreas do Judiciário, consolidando por finalidades, por aquilo que é viável, dentro do que está sendo priorizado no planejamento.

“Fizemos um primeiro refinamento, naquela oficina, depois, internamente, tentamos condensar as informações, já que existem limitações de orçamento, de tempo e de capacidade humana para execução”, explica o coordenador da CTI do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Thomas Augusto Caetano.

Com a seleção feita e com as informações necessárias, a reunião com os CIO’s foi pensada no sentido de se ter um grupo de órgãos que tivessem o mesmo rito de contratação, que fossem regulados pelas mesmas normas que o TJMT, que é a Resolução 182 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Até mesmo, eventualmente, abarcar em aquisição de alguns desses órgãos, obviamente separando os orçamentos de cada um, fazendo a Intenção de Registro de Preço (IRP), realizando compra de volume maior, separando as quantidades de cada órgão, mas permitindo, num único processo aquisitivo, que a gente faça em conjunto e maximize a entrega para os respectivos órgãos”, completa Thomas Caetano. O que se busca, segundo o coordenador da CTI, é atingir a eficiência, utilizando os meios legais para alcançar resultados.

Por; Dani Cunha/Fotos: Alair Ribeiro

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

23, outubro, 2019|