Corregedoria desenvolveu mais de 70 frentes de trabalho no 1º semestre

As ações desenvolvidas pela Corregedoria-Geral da Justiça, no 1º semestre deste ano, foram acompanhadas em detalhes pelo corregedor, desembargador Luiz Ferreira da Silva, ao reunir-se com os juízes auxiliares que fazem parte da gestão – Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva , Otávio Vinicius Affi Peixoto, José Arimatéa Neves Costa e Gerardo Humberto Alves Silva, na tarde de segunda-feira (8 de julho).

Mais de 70 frentes de trabalho foram apresentadas pelos juízes auxiliares e pela coordenadora da Corregedoria, dentro das atribuições estabelecidas para cada um no início da gestão, em janeiro.

“Na parte que coube à Corregedoria, chegamos a resultados satisfatórios, superamos as expectativas. Nós temos nos atentado para que o fluxo dos processos tenha a maior rapidez possível. Com muita conversa, persuasão, envolvimento e, sobretudo, interação, vamos resolvendo todas as demandas, irmanados em um objetivo só: fazer com que o Primeiro Grau atinja o desiderato, que é dar rapidez a todos os processos que estão sob nossa responsabilidade”, pontuou o desembargador-corregedor.

Dentre as diversas ações, destacam-se a implantação do Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), cujo feito reuniu todos os processos executivos penais de Mato Grosso em um sistema que é referência para todo o país; o trabalho das equipes de ação rápida na Comarca de Poconé, com a resolução de quase 7 mil processos em andamento, e na Vara de Execução Fiscal de Cuiabá com o resgate de R$ 15 milhões em débitos devidos ao Estado e a campanha “Baixe a Taxa”, que alcançou mais de 20 mil processos baixados em apenas cinco dias.

A economia de recursos do Poder Judiciário também fez parte do rol de ações da CGJ. Exemplos disso foram a inspeção nos juizados especiais da Capital, com a projeção de recuperar R$ 11 milhões de passivos com custas processuais pendentes de pagamento e a adoção da plataforma de dados PostgreSQL, gratuita, que irá gerar uma economia de R$ 12 milhões que eram pagos à plataforma Microsoft.

Várias ações também foram desenvolvidas visando a desburocratização do Foro Extrajudicial, tais como o diálogo permanente com a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/MT), cadastro online de interinos para nas serventias extrajudiciais vagas, aprimoramento do sistema Gestão Integrada de Foro Extrajudicial e o Projeto Cartório Amigo.

Além disso, a CGJ realizou audiências públicas para discutir com a sociedade soluções para a regularização fundiária e violência doméstica e familiar contra a mulher.

Por; Mylena Petrucelli / Foto; Assessoria TJMT

10, julho, 2019|