Carlos Fávaro terá o Ex-ministro José Cardozo em sua defesa nesta Terça(9) no TRE-MT

TRE-MT  julga  nesta a terça-feira (9)o processo da Senadora eleita Selma Arruda (PSL), que teve uma campanha vitoriosa que a conduziu ao Senado como candidata mais votada por Mato Grosso. Neste processo os suplentes  Carlos Fávaro (PSD) e o candidato Sebastião Carlos (Rede).
pede a cassação.

Para atuar no processo em defesa do ex-vice-governador de Mato Grosso Carlos Fávaro que é um dos autores da ação que acusa Selma Arruda de ter praticado “caixa 2” e abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral do ano passado.

Para tentar garantir a cassação da Senadora Selma Arruda no TRE-MT, Fávaro contratou o advogado Ex-ministro da Justiça, que também já atuou como advogado-geral da União e no processo onde ouve o impeachment da ex- presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016.

Segundo a Assessoria do Advogado José Eduardo Cardozo, ele já se encontra em Cuiabá em reunião com Fávaro e assessores preparando a defesa do mesmo.

Fávaro tomou a frente da denúncia porque foi candidato ao Senado, tendo ficado em terceiro lugar na disputa pelas duas vagas, então abertas, em 2018.

Caso Selma seja cassada sua vaga ficará disponível e novas eleições devem acontecer.

Eleições complementares:

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), a cassação da diplomação da senadora Selma Arruda, eleita pela Coligação “Segue em Frente Mato Grosso”, e de seus suplentes.

De acordo com a PRE, restou apurado no processo que integrantes da chapa da candidata Selma Arruda abusaram de poder econômico, assim como praticaram caixa 2 de campanha ao contraírem despesas de natureza tipicamente eleitoral no valor de R$ 1.246.256,36, quitadas com recursos de origem clandestina, que não transitaram regularmente pela conta bancária oficial.

O MPF também requereu novas eleições para o cargo, pois aventar a posse do terceiro colocado nas eleições representaria atropelar a vontade popular e violar o regime democrático amparado pela Constituição Federal.

 

 

Da Redação JA

Foto; Reprodução

 

9, abril, 2019|